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Entrevista: Wagner fala sobre o estado da filantropia em instituições adventistas
Lilya Wagner dirige os Serviços Filantrópicos Para Instituições, um escritório da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Norte. [foto de cortesia da PSI]
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A levantadora de fundos Lilya Wagner detesta "aqueles telefonemas". Um pastor chama para dizer que a sua congregação acabou de construir um templo e agora deseja saber como pagá-lo. Outro chamado é de alguém querendo saber como reduzir a dívida de uma escola à beira de fechar. De fato, muitos dessas chamadas, ela diz, revelam uma falta de compreensão de como e por que levantar recursos.

"Não creio ser este um bom uso dos recursos de Deus ou da inteligência que Ele nos concedeu", declara Wagner, diretora dos Serviços Filantrópicos da Igreja Adventista do Sétimo Dia para Instituições.

Primeiro de tudo, ela diz, um número significativo de instituições adventitas do sétimo dia não entende o que vem a ser "filantropia".

A palavra era raramente ouvida uns anos atrás. Hoje, é de uso comum, aparecendo regularmente no "Wall Street Journal" e revista "People". Até um novo programa de TV foi iniciado há pouco pela rede de TV americana NBC, com o nome de "O Filantropista".

Em 1973, esse tipo de serviço, cuja sigla em inglês é PSI, foi lançado com o propósito de promover a profissão de levantamento de fundos e tornar as instituições de assistência à saúde mais estáveis financeiramente. De início, o seu fundador, Milton Murray, passou um tempo difícil em convencer os líderes da Igreja de que o departamento era necessário.

O PSI desde então se expandiu para oferecer assistência a qualquer organização denominacional na América do Norte. Ontem, o PSI lançou um website reformulado para oferecer recursos e oportunidades de treinamento para levantamento de fundos.

Wagner, que é da Estônia, é autora de vários livros sobre levantamento de fundos. Ela ainda trabalha 25 por cento de seu tempo como membro docente do Centro de Filantropia da Universidade Indiana, em grande medida considerado o primeiro programa de filantropia da nação. Ela tem um grau de mestrado em Jornalismo pela Universidade de Nebraska, um mestrado em música pela Universidade Andrews e um doutorado em educação.

No comando do PSI faz um ano, Wagner recentemente concedeu uma entrevista em seu escritório na sede denominacional em Silver Spring, Maryland. Ela discutiu a má compreensão comum a respeito de filantropia e por que pastores e administradores eclesiásticos precisam entender por que deveria ser uma parte-chave de uma estrutura organizacional sem fins lucrativos. Eis trechos da entrevista:

Rede Adventista de Notícias: O que é filantropia?

Lilya Wagner: É cuidar de outros numa comunidade. Infelizmente, muitas pessoas -- positiva ou negativamente -- colocam ênfase no dinheiro. O levantamento de fundos é emocionante por uma razão principal--não diz respeito a dinheiro. Trata do que o dinheiro realizará. Se for para ter um estudante adventista matriculando-se numa escola denominacional de qualquer nível; se é para providenciar serviços missionários em qualquer parte do mundo; se é para ajudar a oferecer assistência de saúde ... é disso que trata. O dinheiro é somente a etiqueta de preço por algo muito valioso.

RAN: Como o dar tem sido afetado pelo declínio econômico desde outubro?

Wagner: Os dados são mistos, mas aqui há algumas generalizações: na sua maior parte as pessoas não têm parado de doar, mas estão contribuindo com menos. Exatamente agora, algumas pessoas estão que de 10.000 a 100.000 organizações sem fins lucrativos [na América do Norte] vão afundar. Bem, não sabemos disso. O que sabemos é que aquelas organizações que não contam com programas contínuos e sustentáveis de levantamento de fundos que funcionam são os que parecem mais vulneráveis.

RAN: Quais são algumas de suas metas?

Wagner: Gostaríamos de aumentar o conhecimento que os pastores têm a respeito de empregar sabiamente os recursos. Creio que [adventistas] têm uma boa organização, um bom sistema. Mas com tudo quanto é bom creio que o Senhor nos dá sabedoria para tomar o que é melhor do progresso, como a tecnologia. Também acabamos de completar uma enorme pesquisa. Muitas organizações que poderiam ser nossos clientes não sabem nem que existimos. Esperamos que nossos novo website lhes oferecerá informações sobre recursos, como nossos cursos e conferências sobre levantamento de fundos.

RAN: Muitas escolas adventistas, e mesmo alguns colégios maiores, estão lutando para sobreviver. Seria um forte programa filantrópico a resposta?

Wagner: Deixe-me responder com um pequeno clichê: por que se colocaria cadeiras de reclinar no convés do Titanic? Quando se está afundando não é hora de realizar levantamento de fundos. Por isso sempre falo sobre sustentabilidade, continuidade, contexto organizacional. Isso não quer dizer que o levantamento de fundos não possa salvar uma organização. Quantos levantadores de fundos têm sido deixados de lado porque uma organização disse, "Ops, temos um débito", ou "Ops, nosso principal doador morreu", ou "Nossa verba governamental findou -- contratemos um levantador de fundos".

RAN: Então, onde a filatropia se enquadra dentro de uma organização?

Wagner: Está bem integrada com o funcionamento global da organização, tanto externa quanto internamente. E há organizações que percebem que para serem excelentes, como gostaríamos de pensasr que são as organizações adventistas, ou poderão ser, elas têm que tomar essas medidas seriamente. O levantamento de fundos não é um desempenho de um solista, mas é como parte de um coral.

RAN: Contratar um levantador de fundos paga-se a si mesmo?

Wagner: Quando você contrata um membro do corpo docente, ou um Relações Públicas, não dirá, "será que vão compensar seus salários?" É parte do quadro geral. O que estaria fazendo é diminuindo o papel e valor do levantador de fundos da organização. Você não diria isso para oficial financeiro. É realmente muito injusto ver um levantador de fundos nessa base.

RAN: A Faculdade de Levantamento de Fundos da Universidade Indiana alista os "seis certos". Quais são eles?

Wagner: A pessoa certa solicitando ao cliente certo pela causa certa da forma certa no tempo certo o montante certo.

RAN: Qual é o tipo de pessoa certa para desempenhar o papel de levantador de fundos?

Wagner: Falando-se tecnicamente, muitas pessoas poderiam aprender a ser bons levantadores de fundos. Mas gostaria de ver a Igreja realmente trazendo a bordo mais elementos profissionais. Às vezes estamos atraindo qualquer um que possa parecer adequar-se à função.

RAN: A filantropia não já está inserida na estrutura de dízimos da Igreja?

Wagner: Às vezes dizemos, "Eu dou os meus dízimos e ofertas, o que mais deseja?" Toda religião que eu conheço tem a expectativa, ou mesmo um mandato, de ser generosa. A maioria das denominações protestantes não tem um mandato, mas uma sugestão bastante forte. Creio que a questão de generosidade, que Jesus certamente exemplificou, é algo que às vezes não levamos suficientemente a sério.

RAN: Onde começa o compromisso com filantropia? Seria a nível de divisão, ou de associação, ou de seminário?

Wagner: Em qualquer setor. Certamente este escritório não teria prosseguido por tanto tempo sem o comprometimento da Divisão Norte-Americana. Creio que ainda temos muito espaço para crescer com sua conscientização e o papel que desempenha na denominação. Mas a Igreja, e mesmo o resto da sociedade, tem feito progresso. Poucos anos atrás não se ouvia falar de filantropia. Agora já tem até o seu próprio programa de TV.

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Igreja alemã comunica-se com Twitters durante culto
Um grupo de adventistas na Alemanha passa suas manhãs de sábado com o seu equipamento Twitter, mas em vez de estarem se comunicando fora da igreja, estão postando o sermão, 140 caracteres por vez.
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Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Alemanha estão compartilhando os sermões ao vivo pelo emprego do serviço de micro-bloguing, Twitter. Os sermões em Twitter são os primeiros desse tipo no país, segundo o jornal alemão "Bild".

Twitter, um serviço de micro-bloguing e rede social, é utilizado para tudo, desde compartilhar o que alguém teve para o desjejum até as últimas notícias. Para Martin Haase, o Twitter é um instrumento para compartilhar a Deus.

Haase, ex-diretor de comunicação para a região da Euro-África da Igreja Adventista, disse que na cultura moderna é normal estar na Internet durante todo o dia, onde quer que a pessoa se encontre.

"Com o Twitter pode-se levar as pessoas a se atualizarem com o evangelho enquanto [estão] numa lanchonete ou esperando pelo metrô na estação", Haase comentou.

Haase tem estado fortemente envolvimento em criar e promover a conta Schlosskirche Twitter. Os sermões por Twitter são os primeiros desse tipo no país, segundo o jornal alemão "Bild".

A meta final de Haase é ter um grupo de membros da Igreja e até quatro pastores envolvidos no processo de mensagens por Twiter. Um sermão completo consiste de 120 a 140 caracteres.

Atualmente, 66 pessoas estão seguindo a Schlosskirche (Igreja Castelo) pelo Twitter. Haase disse que a maioria dos seguidores não são membros da Igreja Adventista.

"O Twitter nos treinará como membros da Igreja a empregar e entender a comunicação digital da sociedade pós-moderna", declarou Haase. "Você tem que transcrever nossa linguagem de igreja tradicional para frases de 140 caracteres".

A Igreja Adventista Bergisch Gladbach e staonline, um centro de mídia evangelística adventista da Alemanha, estão também assistindo os sermões por Twitter.

Para seguir a Igreja Castelo em Twitter, pesquise por Schlosskirche. Visite schlosskirche.org para obter maiores informações.

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Adventistas unem-se a entidades de saúde pública e grupos confessionais em louvor à lei antifumo dos EUA

Os promotores de campanhas antifumo da Igreja Adventista do Sétimo Dia estão entre as mais de mil entidades governamentais de saúde pública e grupos confessionais, bem como outros grupos não-governamentais, em aplaudir uma nova lei anunciada como a ação mais vigorosa já tomada pelo governo dos Estados Unidos para reduzir o uso do fumo.

O Presidente Barack Obama fala durante uma cerimônia de assinatura de uma nova legislação antifumo abrangente na semana passada num dos jardins da Casa Branca. Os promotores de campanhas antifumo estão elogiando a lei, que concede à Administração de Alimentos e Drogas (FDA) ampla autoridade para restringir o uso do fumo. [foto: DeWitt S. Williams/ANN]
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Assinada na semana passada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, a Lei de Controle e Prevenção Familiar do Fumo deve conceder autoridade sem precedentes à Administração de Alimentos e Drogas (FDA) para restringir a manufatura e promoção de fumo, com particular enfoque a manter menores livres do fumo, dizem os ativistas antifumo.

A lei, que surge 45 anos após o Cirurgião Geral dos EUA [cargo equivalente ao de Ministro da Saúde] fazer pela primeira vez ligação entre o fumo e o câncer de pulmão, imporá impostos mais elevados sobre cigarros, restringindo ainda mais as propagandas de fumo e impedindo o que a Casa Branca considera "reivindicações enganosas", tais como de ser produto "light" e de "baixo teor de alcatrão". Também visa a impedir a venda ilegal de produtos de fumo a crianças, proibir cigarros com saber de doces e frutas e permitir ao FDA reduzir o montante de nicotina em produtos de fumo.

Após anos de falta de ação do governo na questão do fumo, a lei é um "passo na direção certa", declarou Peter Landless, diretor-associado do Departamento de Ministérios de Saúde da Igreja Adventista a nível mundial.

A Igreja Adventista, cujo Plano Para Parar de Fumar em Cinco Dias, foi um dos primeiros programas de cessação do cigarro, agora tem parceria com a Campanha Para Menores Livres de Fumo, e a Sociedade Americana do Câncer e as Associações Americanas de Coração e Pulmão.

"Nós os elogiamos por dirigir o caminho nessa legislação", declarou DeWitt S. Williams, diretor dos Ministérios de Saúde para a região norte-americana da denominação e membro da Fé Unida Contra o Fumo, uma coalizão de líderes denominacionais que combatem o fumo.

Williams, que estava presente durante a cerimônia de assinatura da lei na Casa Branca, declarou que compartilhava da esperança do Pres. Obama de que a lei protegerá melhor as crianças da dependência do fumo.

"É bom ver os adventistas novamente tornando-se ativos", declarou Williams, citando as muitas cartas escritas e chamadas feitas por membros da Igreja instando seus representantes no Congresso a votarem em favor da lei.

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Ativismo contínuo é incentivado no fórum anual de liberdade religiosa em Washington
O membro do Congresso dos Estados Unidos, Emanuel Cleaver II, instou os proponentes de liberdade religiosa a darem enfoque a pontos em comum, antes que a diferenças durante o seu discurso na Ceia de Liberdade Religiosa em Washington, D.C., na quinta-feira, 18 de junho. Cleaver, do Partido Democrata, representa o 5o. distrito do Estado de Missouri. [foto de Megan Brauner]
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Um membro do Congresso dos Estados Unidos disse a proponentes de liberdade religiosa em Washington D.C. ontem que embora muito tenha sido feito para promover a liberdade religiosa, mais ainda precisa ser realizado. Emanuel Cleaver II, um dos que dirigem o Grupo Internacional de Liberdade Religiosa, declarou que as violações de liberdade religiosa são muitas vezes cometidas sem intenção por governos temerosos de perder o controle e exercer o poder ativamente.

"Todos têm o direito à liberdade de pensamento, liberdade de consciência e liberdade de religião, contudo as perseguições e atrocidades ainda estão ocorrendo", disse Cleaver para cerca de 300 assistentes ao fórum de liberdade religiosa.

Seus comentários durante a 7a. Ceia Anual de Liberdade Religiosa em Washington D.C. destacou o caso de centenas de milhões de pessoas ainda maltratadas por causa de sua fé atualmente, e isso após 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Alguns especialistas estimam haver mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo perseguidas por sua fé, no que vai desde proibição de conversão a casos de discriminação no local de trabalho.

"A decisão de praticar uma crença religiosa privada ou publicamente, ou de abster-se de manter uma crença religiosa, ou a escolha de mudar de posições religiosas, é indiscutivelmente fundamental para os direitos humanos", disse Cleaver.

Diferenças políticas foram postas de lado no evento. Cleaver, que é ministro ordenado da Igreja Metodista Unida e um democrata, implorou aos líderes de liberdade religiosa para darem enfoque a pontos em comum, antes que a diferenças. Ele também fez menção ao fato de que o orador do ano passado, Trent Franks, do Partido Republicano e também membro do Grupo Internacional de Liberdade Religiosa, é do partido que faz oposição a Cleaver. "Mas [ele] e eu somos irmãos gêmeos no que tange à liberdade religiosa", declarou Cleaver.

Outros oradores anteriores incluem a Secretária de Estado Hillary Clinton, que na época era senadora pelo Estado de Nova York, bem como os senadores John Kerry e John McCain.

O evento anual é patrocinado pela Associação Norte-Americana de Liberdade Religiosa, revista 'Liberty' e a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Os apoiadores da liberdade de consciência empregam o fórum como uma oportunidade de reunir pessoas-chave em Washington e aqueles que são capazes de influenciar a política em outros países.

A ceia foi também uma oportunidade para patrocinar organizações para compartilhar relatórios sobre liberdade religiosa no local de trabalho.

Desde o ano 2005, a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA) tem realizado 20 festivais por todo o mundo para reconhecer os países onde a liberdade religiosa é garantida e praticada. O secretário-geral da organização, John Graz, disse que conquanto a verdadeira liberdade religiosa seja inexistente em demasiados países, liberdade religiosa prevalece em mais de 150 nações.

Vários proponentes de liberdade religiosa também foram reconhecidos por seu trabalho.

Os premiados com a Comenda da Ceia Internacional de Liberdade Religiosa, Denton Lotz, é o ex-secretário geral da Aliança Batista Mundial. Ele atualmente serve como presidente da IRLA.

"Estamos aqui esta noite como religiosos de todas as diferentes tradições porque cremos que a liberdade religiosa é um direito inerente para toda a humanidade", afirmou Lotz. "Cremos que onde a liberdade religiosa é negada, todas as demais liberdades são negadas".

O Rabino David Saperstein recebeu a Comenda Nacional por seu trabalho como diretor do Centro de Ação Religiosa do Judaísmo Reformado. Ele também serve no Conselho Consultor da Casa Branca sobre Parcerias Comunitárias de Base de Fé.

A medalha A. T. Jones deste ano foi concedida a Alan J. Reinach, presidente da Associação Norte-Americana de Liberdade Religiosa--Oeste. O advogado e ministro adventista do sétimo dia representa empregados que têm sofrido discriminação religiosa.

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Paulsen fala sobre a questão das origens

Respondendo às discussões que se desenvolvem na Igreja, o presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo dia instou os adventistas a considerarem as Escrituras para validação de sua fé no que se refere às origens.

Numa declaração emitida hoje, o Pr. Jan Paulsen apelou aos administradores denominacionais, ministros, professores e escritores a articularem e refletirem a posição da Igreja sobre a criação.

"Não devemos permitir que nos desviemos da Bíblia ao definir nossos valores e ao declarar o que sustentamos", disse Paulsen. Ele se referia à posição da Igreja quanto à Criação, que foi reafirmada pela Comissão Executiva da Associação Geral em outubro de 2004.

Paulsen declarou que o seu apelo era feito com devido respeito à integridade e qualificações profissionais de educadores, ministros e escritores.

Leia aqui a declaração completa de Paulsen (em inglês).

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Ana Paula Padrão faz matéria sobre longevidade dos adventistas
  Por redação
Brasília, DF... [ASN]
A jornalista Ana Paula Padrão, âncora do programa Realidade, do SBT, produziu uma matéria sobre a longevidade dos adventistas do sétimo dia. A matéria foi elaborada em Loma Linda, nos Estados Unidos e foi ao ar na quarta-feira, dia 23 de janeiro, às 23h30.
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Projeto “pós” gradua 40% dos professores adventistas
  Por redação
Lavras, MG... [ASN] Duzentos e sessenta professores da Educação Básica e Ensino Superior da União Este Brasileira (UEB) concluíram o segundo módulo da pós-graduação oferecida pela FADMINAS. Eles lecionam nas 30 escolas e colégios adventistas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Em 2009 vão receber títulos aprovados pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) de gestão e especialista em educação.
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